5 passos para fazer observações na CNV

Comunicação Não Violenta (CNV) é uma abordagem poderosa e eficaz para melhorar a qualidade das nossas interações com os outros, tanto no âmbito pessoal quanto profissional. Com base nos princípios de empatia, escuta ativa e compreensão mútua, a CNV nos ajuda a criar conexões autênticas e construtivas com as pessoas ao nosso redor. Um aspecto fundamental da CNV é a habilidade de fazer observações de forma clara e objetiva, sem julgamentos ou críticas, o que pode ser um desafio para muitos de nós.

Neste artigo, vamos explorar cinco passos para fazer observações na CNV, que podem ajudar a aprimorar suas habilidades de comunicação. Esses passos são ensinados pela “CNV em Rede”, uma empresa especializada em facilitar o ensino da CNV para todas as pessoas, tornando-a acessível e aplicável em diferentes contextos.

O primeiro passo é pensar em uma situação desagradável para você. Pode ser uma conversa difícil, um conflito ou um momento de frustração. Ao trazer essa situação à mente, você pode se preparar para trabalhar com ela usando a CNV como uma ferramenta efetiva.

Em seguida, procure descrever o fato, as falas e comportamentos da outra pessoa de forma objetiva. Evite interpretações ou julgamentos, simplesmente relate o que aconteceu, como um observador imparcial. Essa etapa é fundamental para evitar a mistura de fatos com opiniões pessoais, o que pode causar confusão na comunicação.

Depois, verifique se há opiniões suas na descrição, e se houver, separe os fatos das opiniões. Reconheça que as opiniões são subjetivas e podem variar de pessoa para pessoa. A CNV encoraja a expressão das opiniões de forma clara e respeitosa, sem impor ou julgar.

Outro passo importante é focar apenas nos fatos. Evite generalizações, suposições ou inferências. Seja específico e objetivo ao descrever o que aconteceu, de modo a garantir uma comunicação clara e precisa. Isso ajuda a evitar mal-entendidos e conflitos desnecessários.

Por fim, se quiser dar sua opinião, assuma a responsabilidade por ela. Use expressões como “eu sinto” ou “eu penso”, ao invés de atribuir culpas ou fazer acusações. Isso permite uma comunicação mais aberta e honesta, sem ferir os sentimentos das outras pessoas.

A CNV em Rede é uma empresa que pode te ajudar a aprimorar suas habilidades de comunicação não violenta, tornando-a uma ferramenta valiosa para estabelecer conexões mais saudáveis e construtivas com os outros. Seja no âmbito pessoal ou profissional, a CNV pode transformar a forma como você se comunica e se relaciona com as pessoas ao seu redor.

Logo, a CNV é uma abordagem poderosa de comunicação que pode trazer benefícios significativos para nossas relações interpessoais. Através dos cinco passos para fazer observações na CNV – pensar em uma situação desagradável, descrever os fatos, separar os fatos das opiniões, focar apenas nos fatos e se quiser dar sua opinião, assumir a responsabilidade.

Pense em uma situação que foi desagradável para você

página 38 do livro Guia Prático de CNV: Comunicação Não Violenta para crianças e adultos

Todos nós já passamos por situações desagradáveis na vida, sejam elas conflitos interpessoais, mal entendidos ou desentendimentos. Essas situações podem ser estressantes e desafiadoras, muitas vezes levando a tensões e sentimentos negativos. É nesses momentos que a Comunicação Não Violenta (CNV) pode ser uma ferramenta poderosa para nos ajudar a lidar com os conflitos de forma construtiva.

A CNV é uma abordagem de comunicação baseada em princípios de empatia, autenticidade e compreensão mútua. Ela nos convida a desenvolver uma comunicação clara e compassiva, que visa estabelecer conexões genuínas com os outros, mesmo em situações difíceis. Ao pensar em uma situação desagradável que você tenha vivenciado, a CNV pode ser uma aliada para lidar com essa situação de forma mais positiva.

Um dos primeiros passos é praticar a autoconsciência. A CNV nos convida a nos conectarmos com nossos sentimentos e necessidades em uma situação conflituosa. Ao identificar e reconhecer nossos próprios sentimentos e necessidades, podemos comunicá-los de forma clara e assertiva, sem culpar ou julgar os outros.

Além disso, a CNV nos incentiva a ouvir ativamente os outros, com empatia e compreensão. Isso significa estar presente no momento da conversa, ouvir com atenção e evitar interromper ou julgar. Através da escuta ativa, podemos compreender melhor o ponto de vista dos outros e criar um espaço de diálogo aberto e respeitoso.

Outro aspecto importante da CNV é a linguagem utilizada na comunicação. Ela nos convida a usar uma linguagem clara, objetiva e não violenta. Evitar acusações, julgamentos ou críticas, e em vez disso, expressar nossos sentimentos e necessidades de forma genuína e respeitosa.

A CNV também nos convida a buscar soluções colaborativas em situações de conflito. Ao invés de tentar impor nossa própria visão ou vencer a discussão, a CNV nos incentiva a buscar soluções que atendam às necessidades de todas as partes envolvidas. Isso cria um ambiente de cooperação e compreensão mútua, que pode levar a resultados mais satisfatórios.

Em resumo, pensar em uma situação desagradável pode ser um ponto de partida para aplicar a CNV na resolução de conflitos. Através da autoconsciência, empatia, linguagem não violenta e busca de soluções colaborativas, a CNV pode ajudar a transformar conflitos em oportunidades de crescimento e conexão mais autênticas com os outros. A CNV é uma ferramenta valiosa para aprimorar nossas habilidades de comunicação e construir relacionamentos saudáveis e harmoniosos em diversos contextos da vida.

Procure descrever o fato, as falas e comportamentos da outra pessoa

página 39 do livro Guia Prático de CNV: Comunicação Não Violenta para crianças e adultos

Na Comunicação Não Violenta (CNV), a objetividade é um princípio-chave para uma comunicação construtiva. Ao abordar uma situação conflituosa, é importante procurar descrever o fato, as falas e comportamentos da outra pessoa de forma objetiva, sem julgamentos ou interpretações pessoais.

Quando estamos envolvidos em uma situação desagradável, é comum que nossas emoções e opiniões pessoais influenciem nossa percepção dos fatos. No entanto, a CNV nos convida a separar os fatos objetivos das nossas interpretações subjetivas. Ao descrever apenas os fatos observáveis, sem atribuir intenções ou julgamentos, podemos evitar mal-entendidos e conflitos desnecessários.

A descrição objetiva dos fatos também ajuda a evitar acusações ou críticas à outra pessoa. Em vez de apontar o dedo ou culpar, a CNV nos incentiva a observar os comportamentos e falas da outra pessoa de forma imparcial e neutra. Isso cria um espaço mais seguro para o diálogo e aumenta as chances de sermos compreendidos e ouvidos.

Outra vantagem de descrever os fatos de forma objetiva é que isso permite que a outra pessoa se sinta ouvida e compreendida. Quando nos limitamos a descrever apenas o que observamos sem fazer julgamentos, a outra pessoa pode se sentir menos defensiva e mais aberta para compartilhar suas próprias percepções e sentimentos.

Além disso, a objetividade na descrição dos fatos também ajuda a evitar interpretações errôneas. Quando fazemos suposições ou atribuímos intenções à outra pessoa, corremos o risco de estar equivocados. A CNV nos encoraja a buscar uma compreensão clara e precisa dos fatos antes de tirar conclusões ou fazer julgamentos precipitados.

Ao procurar descrever o fato, as falas e comportamentos da outra pessoa de forma objetiva, estamos cultivando uma comunicação mais autêntica e compassiva. Isso nos ajuda a evitar conflitos desnecessários, construir conexões mais genuínas e buscar soluções colaborativas em situações difíceis.

Consequentemente, a objetividade na descrição dos fatos é fundamental na CNV para uma comunicação construtiva. Ao separar os fatos das interpretações pessoais, podemos criar um espaço mais seguro e empático para o diálogo, evitar mal-entendidos e construir relacionamentos mais saudáveis e harmoniosos. A CNV nos convida a praticar a objetividade como uma ferramenta poderosa para uma comunicação mais efetiva e compassiva em todos os aspectos de nossas vidas.

Verifique se há opiniões suas nessa descrição, se houver, separe os fatos das opiniões

página 40 do livro Guia Prático de CNV: Comunicação Não Violenta para crianças e adultos

Na Comunicação Não Violenta (CNV), é fundamental que tenhamos clareza e imparcialidade ao expressar nossas observações. Quando descrevemos uma situação desagradável, é importante verificar se há opiniões pessoais na nossa descrição e separar os fatos das opiniões.

Nossas opiniões e interpretações pessoais podem afetar a forma como percebemos e comunicamos uma situação. Por isso, a CNV nos convida a sermos conscientes de nossas próprias opiniões e a separá-las dos fatos observáveis. Isso nos ajuda a evitar misturar nossas perspectivas subjetivas com os acontecimentos objetivos.

Ao separar os fatos das opiniões, estamos sendo mais imparciais e objetivos em nossa comunicação. Isso facilita o diálogo e a compreensão mútua, já que estamos focando apenas nos elementos concretos da situação. Dessa forma, evitamos julgamentos e críticas que podem prejudicar a qualidade da comunicação.

Outro benefício de separar os fatos das opiniões é que isso nos permite ser mais responsáveis por nossas próprias percepções. Ao reconhecermos que nossas opiniões são subjetivas e não necessariamente a verdade absoluta, estamos assumindo a responsabilidade por nossas interpretações e evitando atribuir intenções à outra pessoa.

Além disso, a clareza na separação dos fatos das opiniões também contribui para a construção de relacionamentos mais saudáveis e empáticos. Quando nos comunicamos de forma imparcial, estamos demonstrando respeito pela outra pessoa e criando um espaço de diálogo mais seguro e construtivo.

A prática de separar os fatos das opiniões também nos ajuda a desenvolver a habilidade de autoconsciência emocional. Ao identificarmos nossas próprias opiniões e as separarmos dos fatos, estamos cultivando uma maior compreensão de nossos próprios padrões de pensamento e emoções. Isso nos permite ser mais objetivos em nossas observações e comunicações.

Dessa forma, é fundamental verificar se há opiniões pessoais em nossas descrições e separar os fatos das opiniões na CNV. Essa prática de clareza e imparcialidade na comunicação nos ajuda a evitar conflitos desnecessários, cultivar relacionamentos mais saudáveis e promover uma comunicação mais autêntica e compassiva. A CNV nos convida a sermos responsáveis por nossas opiniões e a focarmos nos fatos observáveis para uma comunicação mais efetiva e respeitosa.

Foque apenas nos fatos

página 40 do livro Guia Prático de CNV: Comunicação Não Violenta para crianças e adultos

Um dos princípios fundamentais da Comunicação Não Violenta (CNV) é a objetividade. Quando nos comunicamos com base apenas nos fatos observáveis, estamos promovendo uma comunicação mais clara, imparcial e respeitosa.

Ao focarmos apenas nos fatos, estamos evitando a inclusão de julgamentos, opiniões pessoais e interpretações subjetivas em nossa comunicação. Isso nos permite descrever os eventos e comportamentos de forma mais neutra e imparcial, facilitando a compreensão mútua.

Quando nos expressamos de forma objetiva, estamos contribuindo para a construção de um diálogo mais construtivo e empático. Estamos evitando críticas e julgamentos que podem causar conflitos e mal-entendidos. Ao nos atermos aos fatos observáveis, estamos transmitindo informações claras e concretas, o que facilita a compreensão e a busca por soluções.

Outro benefício de focar apenas nos fatos é que isso nos ajuda a evitar generalizações e estereótipos prejudiciais. Ao nos atermos aos eventos específicos e comportamentos observáveis, estamos evitando generalizações e generalidades que podem levar a mal-entendidos e preconceitos.

A objetividade na CNV também nos ajuda a desenvolver a empatia. Ao nos concentrarmos nos fatos observáveis, estamos abrindo espaço para ouvir e compreender a perspectiva da outra pessoa de forma mais genuína. Isso nos permite reconhecer as diferenças, acolher as emoções e necessidades do outro e construir uma comunicação mais compassiva.

É importante ressaltar que focar apenas nos fatos não significa ignorar as emoções e subjetividades envolvidas em uma situação. É possível e necessário reconhecer e validar as emoções das pessoas envolvidas. No entanto, a objetividade na descrição dos eventos e comportamentos nos ajuda a separar as emoções dos fatos e a evitar conflitos baseados em interpretações subjetivas.

Por isso, a objetividade na CNV é fundamental para uma comunicação clara, imparcial e respeitosa. Ao focarmos apenas nos fatos observáveis, estamos promovendo a compreensão mútua, evitando conflitos desnecessários e construindo relacionamentos mais empáticos e saudáveis. A CNV nos convida a cultivar a objetividade em nossa comunicação, reconhecendo as emoções, mas se apegando aos fatos concretos para uma comunicação mais efetiva e compassiva.

Se quiser dar sua opinião, assuma a responsabilidade em fazer observações

página 41 do livro Guia Prático de CNV: Comunicação Não Violenta para crianças e adultos

A Comunicação Não Violenta (CNV) nos ensina que assumir a responsabilidade por nossas opiniões é uma prática fundamental para uma comunicação saudável e harmoniosa. Quando expressamos nossas opiniões, é importante ter consciência de que são nossas perspectivas pessoais e não verdades absolutas.

Ao dar sua opinião, é importante reconhecer que ela é subjetiva e não representa uma verdade universal. Cada pessoa tem sua própria experiência, crenças e perspectivas, e é importante respeitar e valorizar as diferenças.

Assumir a responsabilidade por nossas opiniões significa reconhecer que estamos expressando nossas próprias percepções e não atribuir culpas ou responsabilidades aos outros. É importante evitar frases que comecem com “você sempre” ou “você nunca”, pois elas podem ser interpretadas como acusações e levar a conflitos.

Ao assumir a responsabilidade por nossas opiniões, estamos cultivando uma postura de abertura e humildade na comunicação. Estamos reconhecendo que nossas opiniões são apenas uma perspectiva entre muitas e estamos dispostos a ouvir e considerar outras opiniões com respeito e empatia.

É importante também lembrar que a responsabilidade não é apenas na expressão de nossas opiniões, mas também na forma como as expressamos. É fundamental utilizar uma linguagem cuidadosa, evitando palavras carregadas de julgamentos e críticas. Expressar nossas opiniões de forma não violenta, utilizando um tom de voz calmo, palavras gentis e escutando ativamente a outra pessoa, contribui para uma comunicação mais harmoniosa e respeitosa.

Assumir a responsabilidade por nossas opiniões também nos permite ser mais abertos ao diálogo e à construção de soluções conjuntas. Ao reconhecer que nossas opiniões são subjetivas, estamos mais propensos a ouvir as perspectivas dos outros, a considerar diferentes pontos de vista e a encontrar soluções que atendam às necessidades de todas as partes envolvidas.

Em seguimento, assumir a responsabilidade por nossas opiniões é uma prática fundamental na CNV. Significa reconhecer que nossas opiniões são subjetivas, evitar culpar os outros, expressar nossas opiniões de forma cuidadosa e estar abertos ao diálogo e à construção de soluções conjuntas. Ao cultivar essa postura de responsabilidade e consciência em nossa comunicação, estamos promovendo uma comunicação mais harmoniosa, empática e respeitosa.

Livro Guia prático de CNV – Comunicação Não Violenta para crianças e adultos

O Guia Prático de CNV – Comunicação Não Violenta para Crianças e Adultos é um livro escrito por Neila Vasconcelos e Bruno Goulart de Oliveira, que contém ensinamentos ilustrados sobre a Comunicação Não Violenta (CNV) em passos simples, com exemplos de aplicação para situações do dia a dia. O livro é voltado para toda a família e apresenta dicas e exemplos práticos de CNV, sendo indicado para pessoas de todas as idades.

O livro aborda as quatro etapas da CNV: Observação, Sentimento, Necessidade e Pedido, e ensina habilidades importantes, como fazer autoempatia, dar empatia, perdoar, entender limites, dizer e escutar “não”, expressar e receber gratidão. Além disso, o livro também explora o que é e o que não é CNV, diferenças entre a CNV e outras abordagens similares, dificuldades da prática da CNV e exemplos do que não é CNV.

O objetivo do livro é orientar crianças e adultos na prática da Comunicação Não Violenta, auxiliar no desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, incentivar a vivência da empatia e cooperação nas relações, ajudar a resolver conflitos e cultivar relações mais saudáveis, e ensinar a lidar com conversas difíceis sem desrespeitar ninguém.

É indicado para presentear crianças que já sabem ler e desejam aprender formas simples de melhorar a comunicação, para aqueles que desejam aprimorar sua própria forma de se comunicar com crianças, ou mesmo para estudar a CNV com as crianças ou adultos com quem se deseja ter uma relação mais saudável. O livro possui 196 páginas coloridas com muitas gravuras de diálogos, e é uma ferramenta prática e ilustrada para aprender e aplicar a CNV no cotidiano.

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